Herval d’Oeste esclarece aquisição de Drone de alto valor e nega uso de recursos próprios
Uma informação que circulou recentemente sobre a suposta compra de um drone no valor de quase R$ 300 mil pelo município de Herval d’Oeste gerou questionamentos na comunidade. Procurado pela reportagem, o prefeito Ronaldo da Rosa explicou que o equipamento não foi adquirido com recursos do município, mas sim por meio de um convênio com o Governo do Estado.
De acordo com o prefeito, o drone atende a uma demanda da AMOC, que atualmente trabalha na elaboração de projetos que somam mais de R$ 300 milhões em investimentos na região. Segundo ele, os prefeitos da associação solicitaram apoio ao Estado justamente para agilizar esses processos técnicos.
Ronaldo da Rosa destacou que o Governo Estadual optou por repassar os recursos ao município de Herval d’Oeste, que ficou responsável por realizar o processo licitatório e, posteriormente, ceder o equipamento à AMOC. “O município não investiu nenhum recurso próprio na compra. Trata-se de um convênio do Estado, que pode ser conferido no Portal da Transparência”, afirmou.
O prefeito também ressaltou os ganhos operacionais com a utilização do drone. Como exemplo, citou o levantamento topográfico de obras, que antes poderia levar até 15 ou 20 dias para ser concluído e, com a nova tecnologia, passou a ser realizado em poucas horas. Um dos casos mencionados foi o levantamento da estrada de Sede Belém, feito em uma única tarde, além de medições na Rua Santa Catarina, concluídas em cerca de uma hora.
Ainda conforme o chefe do Executivo, o equipamento será utilizado em projetos de grande porte que exigem precisão e rapidez, beneficiando todos os municípios que integram a AMOC. “Esse tipo de tecnologia traz mais qualidade e celeridade aos projetos, o que impacta diretamente na execução das obras”, completou.
A administração municipal reforça que, embora o processo de compra tenha sido conduzido por Herval d’Oeste, o drone é destinado ao uso regional e não representa custo direto aos cofres do município.
Por Marcelo Santos



