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Autoridades se preocupam com chegada da temporada de verão em SC

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Em meio ao avanço da variante Ômicron e a alta de casos de Europa, Santa Catarina se prepara para mais uma temporada de verão na pandemia. O cenário é melhor se comparado ao do último ano, mas a circulação do vírus ainda preocupa as autoridades. Barreiras sanitárias, testagem e fiscalização estão no planejamento da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Setores de eventos e turismo temem ser prejudicados pelas medidas restritivas.

Segundo o Secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, o planejamento para a temporada de verão é feito em conjunto entre várias secretarias. Motta Ribeiro afirmou que as ações têm foco em educar as pessoas.

“A gente tem discutido com várias secretarias dentro do colegiado o que se vai fazer no verão. Estamos com disponibilidade de teste rápido de antígeno, mapeando aqueles ambientes com maior risco sanitário, pensando em fazer barreiras sanitárias e parcerias em aeroportos e portos e outros ambientes”, comentou o secretário.

Essas barreiras, se concretizadas, estarão presentes em pontos de entrada de turistas. A testagem, segundo Motta, também terá como foco os visitantes, principalmente quem vem de países onde há uma alta nos casos.

Outra ação, o passaporte da vacina, adotado por alguns municípios catarinenses é incentivada pela Federação Catarinense de Municípios (FECAM). O presidente da instituição, Clenilton Pereira, disse acreditar que a medida incentiva a vacinação contra o coronavírus.

Outro ponto é a divulgação dos regulamentos sanitários em vigor aos turistas e moradores. O secretário pontuou que estabelecimentos comerciais têm que incentivar clientes a seguir as regras sanitárias e tomar atitudes quando não as regras não forem cumpridas.

Alta nos casos e nova variante

A alta dos casos de Covid-19 na Europa e a descoberta da variante Ômicrom preocupam as autoridades sanitárias e também os setores mais afetados pela pandemia. Para o presidente da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), Doreni Caramori, o setor de eventos não pode ser fechado caso o país viva uma nova onda da Covid-19. “Se houver necessidade de retrocesso agora, tem que ser um retrocesso coletivo”, disse Caramori.

Na terça-feira, dia 30 de novembro, o Estado publicou uma medida que proíbe eventos ao ar livre com mais de 500 pessoas. Ficam proibidos festivais, apresentações musicais e outros eventos ao ar livre, que provoquem aglomerações. Uma das medidas é a permissão de entrada nos locais apenas por pessoas vacinadas ou com teste negativo para Covid.

Com informações do NSC

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