Médico é condenado a 37 anos e 11 meses de prisão por crimes sexuais em Catanduvas
Um médico clínico-geral foi condenado a 37 anos e 11 meses de reclusão, em regime inicial fechado, por crimes contra a dignidade sexual cometidos contra pacientes em Catanduvas. A condenação é resultado de investigação conduzida pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), por meio da Delegacia de Polícia da Comarca de Catanduvas.
A investigação reuniu elementos técnicos e probatórios, incluindo a análise de prontuários médicos, laudos periciais e depoimentos das vítimas. Conforme apurado, o médico teria se aproveitado do exercício da função pública e da confiança estabelecida na relação médico-paciente para praticar atos libidinosos sob o pretexto de realizar procedimentos clínicos.
Ao julgar a ação penal, o Poder Judiciário condenou o réu a 37 anos e 11 meses de reclusão. A sentença também determinou a perda do cargo público, fixou indenização por danos morais de R$ 20 mil para cada uma das dez vítimas e manteve a prisão preventiva, negando ao condenado o direito de recorrer em liberdade.
Em respeito à legislação vigente e ao segredo de justiça, a identidade das vítimas foi preservada.
A Polícia Civil de Santa Catarina reafirma seu compromisso com a investigação qualificada, a proteção das vítimas e a responsabilização dos autores de crimes, especialmente nos casos que envolvem o abuso da função pública e da confiança depositada em profissionais que prestam atendimento à população.
Informações: Polícia Civil de SC


