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Ministério Público de Joaçaba pede prisão de servidor apontado por desvio de mais de R$ 1 milhão

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Uma investigação está apurando o desvio de mais de R$ 1 milhão das contas da Prefeitura de Joaçaba. O caso envolve um servidor público municipal, suspeito de ter se apropriado do dinheiro público, e é acompanhado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC).

A Rádio Catarinense FM procurou o Ministério Público para saber mais detalhes sobre o andamento do caso. Em resposta, o MP informou que, por enquanto, não vai conceder entrevista, mas esclareceu como está a situação do processo na Justiça.

De acordo com o Ministério Público, a Justiça negou o pedido de prisão preventiva do servidor investigado. Em vez da prisão, o juiz determinou uma medida alternativa: o uso de tornozeleira eletrônica, para monitorar o investigado.

Diante dessa decisão, o Ministério Público entrou com um recurso no dia 23 de dezembro de 2025, pedindo que a decisão fosse revista e que a prisão preventiva fosse decretada. No entanto, como o Judiciário estava em recesso de fim de ano, o processo ficou parado por alguns dias.

Com a volta do funcionamento normal da Justiça, em 7 de janeiro de 2026, o recurso foi recebido, e a defesa do servidor foi chamada para se manifestar. Os advogados apresentaram a resposta no dia 26 de janeiro de 2026.

No dia seguinte, o juiz manteve a decisão inicial, ou seja, continuou negando a prisão e confirmou o monitoramento eletrônico. Em seguida, determinou que o processo fosse enviado ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que é quem vai dar a palavra final sobre o pedido do Ministério Público.

No momento, o caso está aguardando a decisão do Tribunal, que pode manter o uso da tornozeleira ou mudar a decisão e autorizar a prisão preventiva. Enquanto isso, a investigação continua, e o servidor segue respondendo ao processo com as medidas impostas pela Justiça.

Por Marcelo Santos