Geral
28/05/2012 A Lei Federal de Acesso à Informação sancionada no fim do ano passado e que visa dar mais transparência nas administrações públicas e facilitar o acesso à população, inclui todos os órgãos vinculados à União, Estado e municípios, os poderes Legislativo, Judiciário e também as autarquias e fundações públicas. Muito vem se falando sobre a disponibilização de informações de agentes públicos, até então resguardadas, pela internet.
Em Santa Catarina, o secretário estadual de Planejamento, Filipe Mello, utilizou as redes sociais para uma ação até certo ponto ousada. Na semana passada pelo Twitter, Mello publicou a foto do contracheque do mês de maio com os seus vencimentos. O título é transparência. Houveram manifestações de elogio à atitude de Mello. A iniciativa teve repercussão negativa dentro do governo do estado. Muitos ocupantes de cargos políticos consideraram a divulgação da folha de pagamento uma exposição gratuita. Em meio à constante discussão sobre transparência com o dinheiro público, a atitude não deixa de merecer elogios.
Adeptos
No último dia 23 a ministra Carmen Lúcia também utilizou a internet para divulgar o salário que recebe do Supremo Tribunal Federal (STF). Pelo documento, a ministra recebe subsídio de R$ 17.877,49 líquidos do STF e jetom de R$ 5.406,33 do Tribunal Superior Eleitoral, órgão do qual é presidente. Apenas de Imposto de Renda retido na fonte, a ministra paga, mensalmente, R$ 6.791,15. O salário bruto de um ministro do Supremo, considerado o teto do funcionalismo público, é de R$ 26.723,13.
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