Geral
16/07/2015 A empresa H20 Ambiental, com sede em Joaçaba, emitiu nesta quarta-feira (15) uma nota oficial à imprensa a respeito da polêmica criada em torno do licenciamento do Cemitério da comunidade de Linha Abáti. Na semana que passou uma das lideranças da comunidade, Alcione Marquezini, disse em entrevista a Rádio Catarinense que a empresa teria informado que a FATMA havia perdido os documentos, por isso da demora para o licenciamento. O licenciamento, que teve um custo superior a R$ 10 mil, foi iniciado ainda em 2012 e até agora não saiu. O Gestor Ambiental da H20, Robson Zampieron, em nota, nega que a informação de que a FATMA teria perdido os documentos partiu da empresa.
Leia abaixo a nota na íntegra:
"A empresa foi sim contratada para a elaboração do projeto de licenciamento ambiental do cemitério, mas em momento algum a empresa disse que o processo havia sido extraviado ou perdido como o Marchesini alega. Pois o projeto de licenciamento de Linha Abáti é o último de 11 cemitérios que já foram licenciados com sucesso e este está em análise pela FATMA.” diz a nota
A FATMA informou que o processo está em Florianópolis e deverá ser finalizado nos próximos dias.
Por Marcelo Santos
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