Auto-Escola de Joaçaba nega denúncia de fraude e crime na emissão de CNHs

Estabelecimento está sendo investigado pela Polícia

Geral
19/06/2015

Uma auto-escola de Joaçaba está sendo alvo de uma investigação da Polícia Civil por suspeita de fraude na emissão das carteiras de habilitação. Nesta quinta-feira (18) os policiais, cumprindo Mandado de Busca e Apreensão, recolheram documentos e computadores no estabelecimento localizado na XV de Novembro. A mesma operação aconteceu de forma simultânea numa filial da mesma empresa em Treze Tílias. Até agora já foram identificadas algumas irregularidades que estão sendo apuradas de forma mais detalhada . Uma candidata a carteira, em depoimento na delegacia, disse que teria pago R$ 600,00 para não fazer alguns testes. Também foi identificada a falsificação de assinatura de um policial.

O advogado contratado pela Auto-Escola, Leonardo Bitencurt, concedeu entrevista a Rádio Catarinense na manhã desta sexta-feira (19). Ele considerou normal a fiscalização, pois os prestadores de serviços do Estado, estão sujeitos a este tipo de ação. Sobre a denúncia da mulher que teria pago R$ 600,00, o advogado disse que a denúncia é um direito do cidadão, mas não existe uma garantia de que toda denúncia é séria ou bem fundada. “Ela ocorrendo entendo que é dever do Estado investigar, depois o investigado terá oportunidade de comprovar a improcedência da denúncia” destacou o advogado.

Sobre a falsificação de documentos, o advogado garantiu. “Esse indício de falsificação ideológico posso garantir que não partiu do meu cliente não partiu e o processo vai evidenciar isso”.

Segundo ele a Auto-Escola está trabalhando de forma normal e vai aproveitar o episódio para evoluir no sistema de serviços oferecidos a população. Dr.Leonardo Bitencurt nega todas as acusações que recaem à empresa. Questionado como ele vai provar a inocência ele foi direto. “O ônus da prova é de quem acusa, no nosso direito, mas também existe o interesse da auto-escola de evidenciar que ninguém lá dentro cometeu nenhum tipo de crime” finalizou ele. Ele admite no entanto que podem ter existido algumas irregularidades, mas que estas não podem ser consideradas crimes.  

Por Marcelo Santos

Fonte: Rádio Catarinense
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