Geral
04/05/2015 No dia 22 do mês que passou, o vigia da Prefeitura Municipal de Catanduvas, João Valmor Moreira Leite, acionou a Polícia Militar (PM), noticiando um suposto crime de roubo, alegando que teria sido abordado em seu local de trabalho às 23h por três indivíduos armados e encapuzados e "sequestrado" logo em seguida. Contou também, que na ação, os bandidos teriam circulado com o seu veículo durante toda a madrugada e o libertado por volta de 4h, em Catanduvas. Por fim, forneceu detalhes sobre o modus operandi utilizado pelos autores, bem como características sobre o armamento utilizado na ação criminosa, dizendo tratar-se de uma pistola preta e uma “arma longa”.
A Polícia Civil, através do SIC de Catanduvas conferiu prioridade máxima ao caso, especialmente no sentido de se apurar a autoria delitiva, pois, um crime com tamanha gravidade em nossa cidade poderia provocar clima de insegurança generalizado, caso não fosse resolvido. No decorrer dos trabalhos investigativos, os policiais começaram a desconfiar da veracidade da versão apresentada pela suposta vítima, ocasião em que decidiram mudar a linha da investigação. Nesse sentido, descobriram que João inventou a história para encobrir uma “escapada” durante o seu turno de trabalho na Prefeitura na madrugada do dia 23 de abril.
Conforme o Relatório de Investigação elaborado pelos policiais Nírio e Renato, o vigia João teria se deslocado em seu veículo na companhia de uma mulher (adolescente) até a cidade de Videira, sendo que, durante o trajeto, problemas mecânicos no automóvel o obrigaram a interromper a viagem ainda em Tangará, local em que o veículo foi encontrado.
Diante do contratempo e, possivelmente, querendo justificar a “saidinha” na madrugada, João decidiu comunicar falsamente um crime à Polícia Militar de Catanduvas, mobilizando grande efetivo na tentativa de localizar os supostos ladrões, conduta esta tipificada como crime no art. 340 do Código Penal, com pena prevista de 6 meses de detenção e multa.
Cumpre informar que a atitude de João Valmor não se trata de um caso isolado em nossa região, quando cidadãos acionam a força pública no sentido de se furtar a aplicação da lei ou, em muitos casos, justificar erros cometidos em âmbito privado, deixando claro que a Polícia Civil está atenta a tais práticas.
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