Geral
03/03/2015 A empresa de transporte coletivo Estrelatur está enfrentando problemas sérios provocados pela mobilização nacional dos caminhoneiros. A empresa, que transporta diariamente centenas de pessoas em Joaçaba e Herval d’Oeste, está com dificuldades para conseguir combustível para abastecimento dos ônibus. Para evitar a paralisação do serviço nos dois municípios, o que representaria um grande problema para os usuários, a empresa decidiu reduzir o número de horários em determinadas linhas. A medida foi adotada a partir desta semana e foi confirmada a Rádio Catarinense pelo empresário Ivo Haack Júnior, sócio-proprietário da Estrelatur.
O corte atinge as linhas da Unoesc, Vila Pedrini sentido Cidade e Cidade Alta. “Essas linhas que eram de meia em hora, nós passamos fazer de hora em hora buscando reduzir o consumo de combustível” explicou o empresário. A redução será mantida até a situação ser normalizada e a Estrelatur, que possui posto próprio de abastecimento, conseguir carregar óleo diesel na base de Passo Fundo. A base no RS está totalmente bloqueada desde segunda-feira.
Combustível em Joaçaba
Na manhã desta terça-feira (03) a equipe de reportagem da Rádio Catarinense realizou um levantamento em todos os postos de combustíveis do município e constatou que a situação está normal. Apenas um posto está sem combustível. Nos demais a venda está mantida de momento.
Situação na Base em Passo Fundo
Por volta das 12hs a Rádio Catarinense recebeu a informação de que um forte efetivo do 3° Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar e da Polícia Rodoviária Federal estavam no Pólo Petrolífero de Passo Fundo para fazer escolta aos caminhoneiros que queriam seguir viagem. Não foi registrado nenhum tumulto e a manifestação continua pacífica. Vários caminhões conseguiram seguir viagem.
Escolas fechadas em SC
A Prefeitura de São Miguel do Oeste, no Oeste de Santa Catarina, decidiu suspender as aulas na rede municipal a partir desta terça-feira (3). O motivo é o desabastecimento de diversos itens na cidade causado pela paralisação dos caminhoneiros no estado. Segundo a prefeitura, não há água mineral, alimentação escolar, gás e combustível. A falta do último item afeta o transporte escolar de alunos e também de servidores que moram em outros municpios da região. A decisão foi tomada em reunião na segunda-feira (2) e afeta as aulas em creches e escolas do município. Segundo a secretária de Educação, Silvia Kuhn, caso o movimento pare nesta semana, a Secretaria não deve retomar as aulas imediatamente.“Quando for decidido sobre a retomada das aulas, a Secretaria estará divulgando nos veículos de comunicação. Por isso, pedimos que os pais e familiares fiquem atentos às informações”, observa a secretária.Na quinta-feira (26), a Secretaria de Educação havia autorizado a paralisação das aulas nas escolas do campo, pois os estudantes dependem o transporte escolar. (Fonte G1/SC)
Por Marcelo Santos
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