Veículo roubado em Caçador é encontrado no estado do Paraná com ajuda da PRF de Água Doce

Elementos que praticaram o furto foram presos em barreira policial

Geral
06/01/2015

Um homem de 32 anos fez um comunicado a Polícia Rodoviária Federal (PRF) com sede na cidade de Água Doce nesta segunda-feira (5), de que foi vítima de um assalto ocorrido no município de Caçador. Segundo o comunicante, ele teria sido abordado e feito refém, defronte um hotel por três homens que estariam armados e que levaram seu veículo, uma caminhonete Toyota Hilux, prata com placas de Itaperuna/RJ. Conforme o comunicante, ele foi abandonado posteriormente em uma fazenda às margens da BR-153, na cidade de General Carneiro/PR, sem nenhum ferimento.

Ao conseguir contato com a PRF, a vítima pediu socorro sendo que os mesmos acabaram sendo presos no trecho entre os municípios de Clevelândia e Pato Branco, no estado do Paraná.

Quando da abordagem em barreira policial, os elementos fugiram com destino a um matagal, mas acabaram sendo presos com o auxílio do canil da Polícia Militar de Pato Branco. A PRF confirmou que além da caminhonete que originou toda a operação, conseguiu recuperar um veículo Gol prata com placas de São Bento do Sul com registro de furto em Criciúma, no sul do Estado. Os três elementos estavam armados com dois revólveres calibre 38 e uma pistola. Foram presos na operação Eder Junior Neves, 27 anos, Mauricio Pereira, 31 anos, e Marcelo Piucco Inacio, 31 anos.

O Aspirante Mori, da Polícia Militar (PM) de Pato Branco, contou que os três já tem passagem pela polícia e comentou o ocorrido: "Eles já possuem passagem pela polícia, dois são de Santa Catarina e atuam em toda região sul. Inclusive mantiveram a vítima refém até certa parte da estrada, onde o abandonaram. A vítima se deslocou até encontrar um posto da PRF. Eles foram presos em flagrante por roubo e um deles por porte ilegal de arma de fogo. Nesta operação dois veículos foram recuperados, o gol que os elementos usavam e a Hilux tomada em assalto. Além disso uma arma de fogo sem a devida documentação".

Aspirante Mori também ressaltou o importante trabalho dos cães nesta operação: "O cão tem a questão sensorial muito acima da nossa, por mais que tenha toda dificuldade, ele consegue captar odores que a gente jamais imagina. Mesmo eles no meio de banhado embaixo de folhas de palmeira, o cão foi exatamente no local onde os indivíduos estavam". Os elementos permanecem a disposição da justiça.

Por Julnei Bruno

Fonte: Rádio Catarinense
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