Geral
18/04/2012 O inquérito policial sobre o caso envolvendo o médico responsável pela clínica onde três mulheres morreram após serem submetidas a endoscopias, foi encaminhado de volta à Polícia Civil pelo Poder Judiciário de Joaçaba. Morreram a dona de casa Maria Rosa de Almeida dos Santos, 51 anos, de Joaçaba; a agricultora Santa Pagliarini Sipp, 60 anos, de Iomerê, e a estudante Iara Penteado, de 15 anos, de Joaçaba. As três foram submetidas a exames de endoscopia na clínica Conci, em maio de 2010, realizados pelo médico Denis Conci Braga. Além delas, Elza Gemelli, Lorizete Rodrigues, Vivian Toldo e Fernando Godinho passaram mal, foram internados e se recuperaram depois de passarem pelo mesmo exame. O delegado da comarca de Joaçaba, Maurício Preto, fala sobre as cinco providências solicitadas pela Justiça que já foram realizadas pela polícia:
À época o médico foi preso em flagrante por homicídio culposo, sem intenção de matar. Ele foi liberado depois de pagar fiança de 2 mil 550 reais. A clínica onde o procedimento foi realizado funcionava há quatro anos. O último alvará de funcionamento emitido pela prefeitura permitia apenas consultas. Nem o órgão municipal ou a Vigilância Sanitária estadual receberam pedidos de alvará para realização de endoscopias e outros procedimentos invasivos. O Conselho Regional de Medicina julgou o médico Denis Conci Braga em Florianópolis no dia 17 de agosto do ano passado, porém, a decisão não foi divulgada pelo CRM, que alegou não se manifestar até o julgamento do mérito. Em paralelo o processo judicial tramita no fórum de Joaçaba.
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