Geral
28/03/2012 A Promotoria de Justiça recebeu nesta segunda-feira (26) o inquérito policial concluído do caso da mãe que jogou a própria filha recém-nascida no Rio do Peixe em Joaçaba. Segundo o promotor Protásio Campos Neto, denúncia será oferecida à Justiça nos próximos dias.
Ele comenta que a defesa tenta levar o caso para um crime de infanticídio, ou seja, que Marisa Hoffmann, de 32 anos, agiu em estado emocional abalado, o chamado estado puerperal, cuja pena é mais branda em relação ao crime de homicídio.
Contudo, Protásio Campos Neto afirma que na visão do Ministério Público se trata de um homicídio triplamente qualificado. Ele explica o embasamento da denúncia:
O promotor diz ter ficado chocado com algumas cenas do corpo do bebê em adiantado estado de decomposição, demonstradas através de fotografias juntadas no inquérito:
O advogado Leocir Antônio Carneiro, que defende a tese de depressão pós-parto, revelou que encerrado o prazo da prisão temporária, que durou 60 dias, agora a Justiça decretou a prisão preventiva de Marisa Hoffmann. Ela inclusive já foi transferida de Chapecó para o presídio de Caçador. Leonir Carneiro comentou que aguarda julgamento de mais um habeas corpus ingressado no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, e adiantou que caso não obtenha êxito na soltura de Marisa irá ingressar com um terceiro recurso no TJ. Leocir Carneiro deverá se pronunciar nos próximos dias sobre o caso. Marisa Hoffmann foi presa pela Polícia Civil no dia 27 de janeiro deste ano no interior de Ibicaré.
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