Geral
21/11/2012 Doar órgãos é um ato de amor e solidariedade. Quando um transplante é bem sucedido, uma vida é salva e com ele resgate-se também a saúde física e psicológica de toda a família envolvida com o paciente transplantado. No Brasil a fila de pessoas que aguardam por transplantes é grande já que existem ainda muitas barreiras para serem superadas. Essas vidas dependem da autorização da família do paciente com morte encefálica comprovada autorizar a doação. Um gesto que pode transformar a dor da morte em continuidade da vida.
Foi o que aconteceu esta semana em Joaçaba com a família de Claudemir Foppa, 42 anos, que morreu após sofrer acidente de moto em 19 de outubro na rodovia que dá acesso ao município de Treze Tílias. Claudemir, que residia na Linha Roça Grande Luzerna, permaneceu 9 dias internados no Hospital Universitário Santa Teresinha. A morte encefálica foi atestada na noite de sábado.
Durante o final de semana a família esteve reunida analisando vários aspectos e a esposa acabou decidindo pela doação. O cunhado, Sérgio Martendal, relata como foi a decisão. A entrevista serve para esclarecer dúvidas e romper preconceitos que ainda existem sobre o tema. Ouça:
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A família doou as córneas, rins e fígado.Sérgio Martendal disse também que a família recebeu a informação da equipe de captação que os órgãos de Claudemir Foppa vão beneficiar 5 pessoas, sendo duas delas em Joaçaba que receberão as córneas. Em 2011 em Joaçaba 11 pessoas tiveram morte cerebral confirmada, mas apenas 5 doaram os órgãos.
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