Geral
05/09/2012 A doação de parte da Escola Isolada de Linha Barra do Estreito, interior de Luzerna, para a instalação da empresa “Mandiocas Luzerna”, originou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra quatro pessoas, sendo a ex-prefeita Maria Carlesso Doré, o atual prefeito Norival Fiorin, e dois empresários. O pedido foi formulado pelo promotor Jorge Eduardo Hoffmann, ao juiz de direito da Vara Cível da Comarca de Joaçaba. Em sua justificativa, o promotor diz que o educandário de propriedade do Governo do Estado em meados de 1994, foi desativado por falta de alunos. No ano de 2006, o imóvel foi transferido ao município de Luzerna, através do Decreto 4.431. No mês de outubro do mesmo ano, a então prefeita, Maria Carlesso Doré, através da Lei nº 675, autorizou receber em doação, entre outras, a Escola Isolada Barra do Estreito, a qual deveria ser utilizada nas atividades de interesse público social, cultural, industrial ou pedagógico, restando ao município promover e executar as ações necessárias à titularidade da propriedade do registro de imóveis.
A ex-prefeita de Luzerna, Maria Carlesso Doré, afirma que tinha conhecimento da ação e rebate dizendo que foi feita uma cedência do espaço e não doação, como forma de incentivo aos produtores de mandioca da comunidade, que haviam aumentado o cultivo como forma de incrementar a renda:
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