Geral
28/08/2012 O juiz da comarca de Joaçaba, Márcio Umberto Bragaglia, proferiu sentença de pronúncia determinando que a mãe que jogou a filha recém-nascida nas águas do Rio do Peixe, será submetida a júri popular. O crime aconteceu na tarde do dia 21 de janeiro deste ano, quando Mariza Hoffmann, 32 anos, jogou da passarela Atílio Pagnoceli a filha Valentina, que tinha poucas horas de vida, causando a morte do bebê por afogamento. A criança foi encontrada por um casal de pescadores. Marisa responde presa a processo por homicídio qualificado. A denúncia foi acolhida em parte pelo magistrado. O julgamento perante o Tribunal do Júri terá a data ainda marcada. O magistrado negou à acusada o direito de aguardar o julgamento em liberdade. Conforme o Ministério Público, Mariza Hoffman já era por duas vezes mãe solteira e teria escondido da família e da sociedade nova gravidez. Segundo o promotor Protásio Campos Neto, a ré agiu de forma livre e consciente, não sob a influência de estado puerperal, e o motivo do crime foi torpe, ou seja, a intenção de que ninguém ficasse sabendo da gravidez, a fim de escapar das censuras sociais e familiares:
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Protásio Campos Neto salienta que o Conselho de Sentença irá decidir entre as duas hipóteses levantadas: se Mariza Hoffmann matou a própria filha porque tinha receio de sofrer constrangimentos sociais, ou a razão foi estar sob influência do estado puerperal:
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O promotor adianta que tanto a defesa da ré quanto o Ministério Público podem recorrer da sentença de pronúncia, mas adianta que a promotoria não irá recorrer:
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