Geral
15/06/2012 O Ministério Público de Catanduvas entrou com uma representação para que a Casan do município seja multada em R$ 210 mil. O motivo seria a precariedade no tratamento de esgoto, onde a estatal está envolvida em uma ação judicial desde 2008. No último dia 6 de junho, o promotor Diego Roberto Barbiero recomendou a cobrança da multa à Justiça.
Segundo ele, a companhia é motivo de reclamações frequentes feitas ao MP. “São constantes as reclamações recebidas por este órgão (MP) dos munícipes da cidade, que vêm pagando em 100% a taxa de esgoto à executada (Casan) e não conseguem visualizar, sob nenhuma ótica, a melhora dos serviços de tratamento de esgoto”. O promotor lembra que a ação corre desde 2008. Ainda em março do ano passado, a Justiça deu prazo de seis meses para que a unidade resolvesse o problema. Do contrário, uma multa de R$ 1 mil ao dia estava prevista. E é justamente a soma destes valores que justificam os R$ 210 sugeridos pelo MP em desfavor à Casan.
Ainda no dia 21 de abril deste ano, a Polícia Ambiental esteve no município para averiguar a situação de um cano que saia da estação de tratamento e desembocava no Rio Catanduvas, às margens da BR-282. Conforme o MP, um laudo técnico emitido no início deste mês comprovou que o liquido despejado continha alto índice de poluição. Procurada para comentar o assunto, a gerente local da Casan, Ângela Chinato, não foi encontrada. Ainda na época da denúncia dos dejetos lançados ao rio, ela disse que o material passava por um processo de tratamento antes de ser despejado.
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