Geral
14/06/2012 A suposta investigação paralela por parte de um homem detido para averiguação em Luzerna na noite da última sexta-feira reacendeu a expectativa da comunidade para uma solução do caso Andressa Holz. Sevaldo Valdir Krug, 46 anos, há cinco meses vinha monitorando o cotidiano de Otávio e Clair Holz, pais da menina Andressa, que desapareceu no dia 17 de junho de 2010 e foi encontrada morta cerca de quatro meses depois em linha Leãozinho, interior de Luzerna. Sevaldo foi conduzido pela Polícia Militar para dar esclarecimentos na Delegacia de Polícia da comarca de Joaçaba e em seguida foi liberado. Ele portava uma filmadora com imagens feitas no meio da mata em volta da casa e gravações no celular de conversas que ele manteve com os Holz. Um punhal e uma corda foram justificados por ele como sendo material usado para subir em árvores para poder captar as imagens. O caso completa dois anos neste dia 17 e ainda permanece num grande mistério. O processo que tramita no fórum de Joaçaba foi arquivado por falta de elementos que levassem ao indiciamento de algum suspeito. O desvendar do crime mexe com os brios tanto da comunidade, como da Polícia e Judiciário. O caso ganhou ampla repercussão. Andressa Holz havia saído de bicicleta para ir à catequese e não voltou mais para casa. A partir daí, foram horas e horas de apreensão até a fatídica localização do corpo. A inciativa de Sevaldo Krug, um homem que foi condenado pela Justiça por homicídio praticado em 1997 em Joaçaba, suscitou a possibilidade de fatos novos que talvez pudessem levar à reabertura do processo. O delegado da comarca de Joaçaba, Maurício Preto, conta como a polícia recebeu a informação de que um cidadão estaria apurando por conta própria possíveis fatos novos. Conforme o delegado, foi solicitado um laudo de sanidade mental de Sevaldo Krug:
Maurício Pretto comenta que a polícia está tomando as providências cabíveis quanto ao material encontrado com Sevaldo Krug. O delegado da comarca de Joaçaba explica que não existem fatos novos para reabertura do caso Andressa Holz. Por fim, Maurício Pretto revela que no ano passado um inquérito policial foi aberto para apurar as atitudes de Sevaldo que estaria enviando cartas a uma adolescente também em Luzerna, e afirma que suspeitos estão sendo monitorados pelo setor de Investigação:
O promotor de Justiça da Vara Criminal da comarca de Joaçaba, Protásio Campos Neto, conta que Sevaldo Krug procurou a promotoria em duas oportunidades, numa delas apresentando o material coletado por ele que dizia desconfiar de pessoas que seriam os autores do assassinato da menina Andressa :
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